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A preservação dos casarões em Pirenópolis

  • “GRANDE PREOCUPAÇÃO”
  • A luta para preservar

Os moradores de Pirenópolis se preocupam muito em preservar o patrimônio histórico na cidade. Seus casarões construídos há um ou dois séculos são bem cuidados pelos pirenopolinos. Verdadeiras relíquias que contam um pouco da história da arquitetura brasileira no período colonial.

A foto mostra detalhes da casa da Família Pina, que é tradicional em Pirenópolis. Ela é considerada pelos historiadores a mais antiga de todas e foi construída na primeira metade do século XVIII. Nessa casa já fizeram muitas festas do Divino, tradicional festejo em comemoração à chegada do Espírito Santo.

O dono da casa mais conhecido foi Luiz d’Abadia de Pina (Lulu). Foi um rico fazendeiro que promoveu muitas festividades em Pirenópolis. Ele foi prefeito entre os anos de 1960 a 1965. Foi também o responsável por salvar do esquecimento as tradicionais Cavalhadas de Pirenópolis. Esse folguedo que conta a história da luta entre cristão e mouros na época das cruzadas.

Nessa casa morou também Inhá Genu com o padre Luiz Gonzaga de Camargo Fleury. Esse casal que deu origem a diversas famílias goianas, entre elas a tradicional Família Jayme.

  • Constantes ameaçadas

Mas nem tudo são flores no quesito preservação. Tem muito trânsito de veículos pesados no Centro Histórico e algumas pessoas abusam do som automotivo. Tudo isso provoca danos na estrutura desses casarões.

Há uma lei em tramitação na Câmara Municipal local. Essa nova legislação vai regulamentar o trânsito na cidade. Isso é muito bom e trará benefícios para a preservação da história.

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Através da lente fotográfica

Pousada La Luna dos Pireneus